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Espontânias


DECIDIDO

 

Acumulei pedras

Nos travesseiros

Venho do desespero

E sonhos perdidos

 

Não verbo mais

No pretérito imperfeito

 

Não há mérito

Em soluçar

 

Hoje espanto

O silêncio

No bater

De minhas asas

 

Beijo a flor

E um vento bom

Me ensina a voar

 

Voarei

 

Já sei aplacar espinhos.



Escrito por Tânia Rodrigues às 10h49
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UM POEMA DE AMOR

 

 

Um poema

de amor

me espera

na próxima página.

 

Imagino

um poema

de amor

sem dor

sem desatino.

Belíssimo

 

Anseio por esse

poema de amor.

Desejo esse

poema de amor.

Por ele

tenho fascínio.

 

Mas o coração

paralítico

teme outra leitura.

Um poema de amor

novo

também contem

a loucura.

 

(out/2007)



Escrito por Tânia Rodrigues às 11h04
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Ando devagar, porque já tive pressa, e levo este sorriso, porque já chorei demais!... (Teixeira/Sater)



Escrito por Tânia Rodrigues às 10h38
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